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11/08/2017
Herdeira de banco suíço doa R$ 500 mil a Lula após bloqueio de Moro Herdeira de banco suíço doa R$ 500 mil a Lula após bloqueio de Moro

Brasil 247 Herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, Roberta Luchsinger, 32, decidiu lançar um movimento de apoio financeiro ao ex-presidente Lula, que teve seus recursos, em planos de previdência e contas bancárias, bloqueados a pedido do juiz Sergio Moro.

A neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger abriu o bolso, o closet e o cofre para fazer uma doação pessoal ao petista no valor de cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e objetos de valor.

"Com o bloqueio dos bens de Lula, Moro tenta inviabilizá-lo tanto na política quanto pessoalmente. Vou fazer uma doação para que o presidente possa usar conforme as necessidades dele", diz Roberta.

Ela saca da bolsa Hermés um cheque ao portador no valor de 28 mil francos suíços (cerca de R$ 91 mil), mesada que recebia do avô morto em 8 de julho, aos 92 anos.

"Foi o último cheque que recebi dele e vou repassar integralmente ao Lula. Agora, já podem dizer que ele tinha conta na Suíça, aquela que os procuradores da Lava Jato tanto procuraram e não acharam", ironiza Roberta.

A herdeira bilionária recheou uma mala da marca Rimowa de objetos que o ex-presidente poderá transformar em dinheiro.

Entre eles, um relógio Rolex (R$ 100 mil) e um anel de diamantes da joalheira Emar Batalha (R$ 145 mil), que enfeitou um editorial da revista "Vogue". "Lula vai poder penhorar tudo", sugere a doadora.

As informações são de reportagem de Eliane Trindade na Folha de S.Paulo.


Temer vai congelar salários e limitar a R$ 5 mil teto para servidores públicos

REUTERS/Adriano Machado

Fonte: Blog do Esmael Dentre as medidas no pacote de maldades do ilegítimo Michel Temer (PMDB), que serão anunciada na segunda-feira (14), estão o congelamento de salários e teto inicial de R$ 5 mil para servidores públicos.

Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo dos cortes é tapar o rombo no orçamento de R$ 160 bilhões, agravado com a operação de salvação de Temer na Câmara. Só para segurar a denúncia de corrupção passiva, o peemedebista torrou cerca de R$ 15 bilhões.

A conta da manutenção de Michel Temer, literalmente, será repassada ao funcionalismo público — escolhido como "bode expiatório" do modelo econômico adotado, que visa garantir a remuneração de especuladores e rentistas.

Temer alega que tem carreiras cujo salário inicial é de R$ 20 mil, o que carece maior investigação.

O Tinhoso afirma ainda que acabará com o auxílio reclusão e economizar R$ 9 bilhões com o congelamento dos salários entre 2018 e 2019.

Evidentemente, esse pacotaço de Michel Temer terá efeito cascata nos estados e municípios. Portanto, caríssimo leitor, o k-suco vai ferver em todo o pais...


Cuidado! Vem aí o “distritão” em 2018

Fonte: Blog do Esmael O ponto alto da reforma eleitoral institui o “distritão” que, em bom português, significa um sistema distrital misto para a eleição de deputados (federais e estaduais) e vereadores, com financiamento público de campanha.

Pelo modelo aprovado na comissão, o eleitor vota duas vezes – em um candidato do distrito e no partido. Metade das vagas vai para os candidatos mais votados do distrito; e a outra será preenchida pelos partidos na forma da lista preordenada.

Na prática, a reforma aprovada pela comissão especial — que ainda carece de votação de três destaques e ir ao plenário — trará uma “modificação leopardiana” no sistema eleitoral [tudo deve mudar para que tudo fique como está”]. Não houve ampla discussão com a sociedade brasileira.

Abaixo, leia mais detalhes da reforma eleitoral na Agência Câmara:

Comissão da reforma política mantém “distritão” em 2018 e prevê financiamento público de campanhas eleitorais

Por falta de quórum, a comissão especial que analisa mudanças nas regras eleitorais (PEC 77/03) não conseguiu concluir a votação do parecer do relator, deputado Vicente Cândido (PT-SP). Falta votar ainda três destaques.

O colegiado volta a se reunir na terça-feira (15). A versão que for aprovada na comissão especial ainda terá que passar por dois turnos de votação no Plenário da Câmara dos Deputados.

Em linhas gerais, o modelo que deve sair da comissão especial prevê o sistema distrital misto para a eleição de deputados (federais e estaduais) e vereadores, com financiamento público de campanha.

Pela proposta, será criado um fundo constitucional (Fundo Especial de Financiamento da Democracia), que receberá 0,5% da Receita Corrente Líquida (RCL) da União para as campanhas eleitorais – hoje seria equivalente a cerca de R$ 3,6 bilhões. Ou seja, as eleições no Brasil passarão a ser financiadas exclusivamente pelo Orçamento federal.

Isso é uma resposta da Câmara a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que em 2015 considerou inconstitucional o financiamento empresarial das campanhas eleitorais.

Para presidente da República, senador, governador e prefeito não haverá mudança – são eleitos os mais votados e permanecem os vices e suplentes. O relator propôs apenas mudanças na data de posse, que deixa de ser em 1º de janeiro e passa para o dia 7, no caso do presidente, e para o dia 9, no caso de governadores e prefeitos.

Dois votos
Pelo modelo aprovado na comissão, o eleitor vota duas vezes – em um candidato do distrito e no partido. Metade das vagas vai para os candidatos mais votados do distrito; e a outra será preenchida pelos partidos na forma da lista preordenada.

O sistema distrital misto vai vigorar para as eleições a partir de 2022. Para as próximas eleições, em 2018, o parecer consagrou o modelo majoritário para deputados e vereadores, o chamado “distritão.

O sistema atual é chamado de proporcional – para ser eleito, o candidato conta com os seus votos e com aqueles dados ao partido ou à coligação. No “distritão”, apenas os mais votados em cada estado ou município seriam eleitos. O relator não havia incluído o sistema em seu parecer e foi contrário ao “distritão”, que acabou aprovado na madrugada desta quinta-feira (10).

Suplente de senador
Durante a votação dos destaques, os deputados mantiveram a figura do suplente de senador. O relator da comissão havia proposto que o deputado federal mais votado do partido ou coligação do senador o substituísse nas licenças. Hoje o senador é eleito com dois suplentes.

O deputado Cacá Leão (PP-BA), cujo partido apresentou o destaque, criticou a proposta de Vicente Candido. Ele alegou que ela não é coerente, pois o certo seria chamar o candidato ao Senado mais votado logo depois do senador eleito.

Desabafo do relator
No início da reunião, o relator da comissão fez um desabafo sobre o resultado das votações no colegiado. Candido é contrário ao distritão e foi voto vencido na madrugada desta quinta, quando o assunto foi deliberado.

“O que foi votado até agora é a reforma para os políticos, é a reforma para os mandatos. Eu temo que ao final desse trabalho seja apenas para constituir um fundo”, disse.

Candido disse ainda que espera alterar, em parte, a versão aprovada até agora quando forem discutidos os projetos que vão regulamentar a reforma política. “Eu espero que a gente compense um pouco, nestes outros projetos, e vote uma reforma política minimamente para a sociedade.”






 
 
 





 

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