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17/07/2017
Golpe deixa 3 milhões sem emprego há dois anos Golpe deixa 3 milhões sem emprego há dois anos

Brasil 247 – O desemprego longo nunca foi tão alto na economia brasileira como agora. De acordo com dados do IBGE, 3 milhões de brasileiros estão sem emprego há mais de dois anos – o que dificulta as chances de recolocação.

"O número de pessoas desempregadas há mais de dois anos dobrou de 2015 para cá, com o prolongamento da crise econômica. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse grupo já soma quase 3 milhões de pessoas sem emprego fixo e com baixa perspectiva de se recolocar no mercado de trabalho. Para esses trabalhadores, a busca pelo emprego virou uma corrida contra o relógio, já que quanto mais tempo fora do mercado, maior a dificuldade para retornar", aponta reportagem de Renée Pereira.

“Com o passar do tempo, não conseguem mais entrar no mercado de trabalho”, afirma o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV).  

Esse período coincide justamente com o golpe que destruiu a economia e a imagem do Brasil.

Em 2015, o Brasil foi governado, na prática, pela aliança mórbida entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-PR), que sabotaram o País com suas pautas-bomba, como estratégia para viabilizar o golpe, com a política do "quanto pior, melhor".

De maio de 2016 para cá, a responsabilidade é de Michel Temer e Henrique Meirelles, que produziram a maior depressão econômica da história do País.

Detalhe: em 2014, com Dilma Rousseff, o Brasil alcançou o pleno emprego (relembre aqui).


Domésticas sentirão na pele efeitos perversos da reforma trabalhista

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Da Revista Fórum

Para a vice-presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e presidenta da Federação das Trabalhadoras Domésticas da Região Amazônica, Lucileide Mafra Reis, a reforma trabalhista, sancionada por Michel Temer na última quinta-feira (13), vai piorar a vida dos trabalhadores no geral mas, quem vai sentir na pele de forma mais intensa essas mudanças, são as domésticas.

“Essa reforma é uma perda para o país e para toda a classe trabalhadora, mas as trabalhadoras domésticas são as que mais perderão porque estamos retrocedendo décadas”, afirmou, referindo-se a luta de anos que resultou na criação da Lei das Domésticas, instituída em outubro de 2015, ao longo do governo Dilma Rousseff.

“Agora que estávamos melhor preparadas para lutar pela aplicabilidade da Lei das Domésticas, vem essa rasteira a nível nacional”, disse.

Cerca de 12 milhões de mulheres trabalham hoje como domésticas no país, mas esse número certamente é maior dada a informalidade histórica do trabalho e a dificuldade de documentação. Para Lucileide, todas essas mulheres serão imediatamente afetadas com as mudanças, que abrem a demissão para “negociação” com o patrão.

“Os sindicatos estão perdendo a sua autonomia nas negociações. Como uma trabalhadora doméstica vai negociar como patrão nessas condições? Quem saía de casa às 5h da manhã, terá que sair às 3h se os patrões assim desejarem. Muito complicado para uma categoria que não tem relógio de ponto e ainda por cima tem uma proximidade muito grande com os patrões”, analisou.

A sindicalista também alertou para o fato de que uma precarização do trabalho das domésticas abre caminho, ao mesmo tempo, para um aumento do trabalho infantil.

“Com a lei conseguimos diminuir o número de meninas exploradas no serviço doméstico, mas desde o golpe na democracia, isso vem retornando, principalmente no Norte e Nordeste, onde a fiscalização é menor”.


Governo quer acelerar desmonte da Petrobras a partir de setembro

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Brasil 247
O processo de desmonte da Petrobras deve se acelerar a partir de setembro, quando acaba o período de férias no hemisfério Norte.

A Petrobras deve acelerar seu processo de parcerias e desinvestimentos e comunicar a venda de outros ativos.

A estatal tem cerca de 34 processos de desinvestimento. A meta para 2017 e 2018 é desinvestir US$ 21 bilhões.

O portfólio com que a empresa trabalha hoje é de US$ 42 bilhões, o dobro, porque vários dos projetos não terão êxito neste prazo.

Zero. O preço do barril de petróleo, apontado como um dos fatores que mais causaram lentidão, não foi o maior obstáculo, segundo se diz considerar na empresa.

A avaliação é que segue grande o interesse pelo segmento de óleo e gás no Brasil. A companhia melhorou a competitividade dos ativos, e aperfeiçoou-se a regulação.

As informações são da coluna Mercado Aberto, de Maria Cristina Frias, na Folha de S.Paulo.






 
 
 





 

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