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19/05/2017
Sem voto e sem governo, Temer é zumbi no Planalto, diz Mello Franco Sem voto e sem governo, Temer é zumbi no Planalto, diz Mello Franco

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Brasil 247 -
  Bernardo Mello Franco, em sua coluna na Folha de S.Paulo, resumiu a situação política atual: "Michel Temer, o presidente sem votos, agora quer ser presidente sem governo. Flagrado numa trama de corrupção e obstrução da Justiça, ele vê sua autoridade se esfarelar em praça pública. Mesmo assim, insiste em se agarrar à cadeira".

"Temer ouviu de vários aliados que chegou ao fim da linha, mas decidiu resistir, mesmo que seja na condição de zumbi. Seguiu o conselho de aliados que dependem do foro privilegiado para não embarcar no próximo voo da Polícia Federal para Curitiba.

Em vez de demonstrar força, o discurso do "fico" forneceu um atestado de fraqueza política. Em tom irritadiço, o presidente esbravejou e elevou a voz, mas não esclareceu nenhuma das suspeitas que o cercam.

Temer apostou tudo na estratégia do terrorismo econômico. Sugeriu que sem ele o Brasil mergulhará no caos e o esforço pela retomada será jogado no "lixo da história". Quando disse que não iria renunciar, ouviu aplausos tímidos e constrangidos.

Ao prolongar a agonia de um governo cambaleante, o presidente mostrou que está menos preocupado com o país do que com o próprio destino. Talvez não tenha entendido que este pode ser o caminho mais curto para a lata de lixo."


>Para colunista do Estadão, governo Temer “derreteu”

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247 - Para a colunista do jornal O Estado de São Paulo Vera Magalhães, o "tom taxativo" empregado por Michel Temer para negar as denúncias de que avalizou o pagamento de propina para comprar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso pela Lava Jato, "não eliminou a falta de sustentação política instantânea que atingiu o governo depois da revelação das primeiras informações das delações".

"De fato, a transcrição do áudio é menos literal do que o divulgado inicialmente quanto ao suposto aval de Temer ao pagamento para calar Cunha mesmo depois de preso", afirma

"Ainda assim, o conjunto da conversa é gravíssimo e avassalador para o presidente. Ele ouve o empresário relatar crimes em série, como o pagamento de propina a um procurador da República para obstruir investigações, ou o "controle" de dois juízes com o mesmo fim, e nem sequer o admoesta. Também não toma providências posteriores. No mínimo, cometeu o crime de prevaricação", ressalta.

"Temer adiou a renúncia, mas os desdobramentos da delação podem torná-la inexorável em poucas horas. Ele até pode refutar a literalidade das gravações, mas o derretimento político do governo não depende mais disso", assegura a colunista.

Leia o artigo na íntegra. 


>Tijolaço: Temer virou lixo para a Globo

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Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

O pesadelo de Temer está apenas no começo.

Vai piorar, muito, quando forem exibidos  (ou será que não vão ser?) os vídeos de Joesley Batista delatando Michel Temer.

Não é apenas o áudio da conversa com Temer.

É a narrativa de “pingados” de corrupção que evoluem até o pagamento de comissão de 5% sobre negócios “bem-sucedidos” do grupo JBS.

Nada, porém, é tão grave quanto o fogo aberto das baterias do império Globo, que o atirou pela janela.

Temer é um “Collor Senior”, como pode constatar o  deboche com que foi tratado pela emissora, ontem à noite na Globonews.

Virou lixo, essencialmente porque não tem condições de entregar o massacre de direitos sociais.

Só há duas maneiras de sairmos deste impasse.

Uma, é o golpe no golpe, onde a guarda pretoriana do Judiciário e seu poder incontrastável assuma, definitiva e completamente, o controle do país.

Outra, é a democracia, com o exercício da soberania popular, pelo voto, o verdadeiro juiz supremo de uma sociedade.


>Medeiros: “Permanência de Temer será hecatombe social”

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Por Vanessa Alencar/cadaminuto.com.br - Classificando a delação de Joesley Batista como o “armagedom da política”, o deputado Ronaldo Medeiros (PMDB), líder do governo na Assembleia Legislativa (ALE), defendeu que a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB) é a única opção possível.

Ele disse ao blog que a permanência de Temer no cargo – anunciada à imprensa na tarde desta quinta-feira, 18 – é péssima para o País: “Só vai piorar a vida dos que mais necessitam, gerar mais desemprego, menos consumo, menos investimentos... Será uma hecatombe social”.

Ainda sobre a delação divulgada ontem, o peemedebista acrescentou: “Agora explodiu, atinge todos... O brasileiro, que já não estava acreditando na política, vai passar a ter aversão e isso não é bom, pois haverá uma generalização”.

Na Casa de Tavares Bastos, Medeiros é um dos maiores críticos do governo Temer, especialmente quando o assunto envolve a Reforma da Previdência Social.






 
 
 





 

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