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19/05/2017
Joaquim Barbosa pede povo na rua para derrubar Temer Joaquim Barbosa pede povo na rua para derrubar Temer

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Brasil 247 -
 Com a autoridade de quem presidiu o Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa conclamou os brasileiros a saírem às ruas contra a humilhação nacional e internacional que significa ter na presidência da República um indivíduo pego em flagrante cometendo vários crimes.

"Não há outra saída: os brasileiros devem se mobilizar, ir para as ruas e reivindicar com força a renúncia imediata de Michel Temer", afirmou Barbosa, em sua conta no Twitter.

O ex-ministro disse ainda que as notícias que vieram a público nesta quinta-feira (18) com a delação de um dos donos da JBS, Joesley Batista, são estarrecedoras e gravíssimas. "Agora vieram a público as estarrecedoras revelações do sr Joesley Batista sobre o mesmo personagem, Temer. São fatos gravíssimos."

Para Joaquim Barbosa, a classe política, o empresariado e parte da mídia "se incumbiram de minimizar a gravidade dos fatos". "O Palácio do Jaburu para pedir propina a um empresário seria um motivo forte o bastante para se desencadear um clamor pela sua renúncia", afirmou em sua conta na rede social.


>Megaempresário quebra silêncio e pede Fora Temer

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Brasil 247 –
Michel Temer, que nunca teve apoio popular nem legitimidade, uma vez que é fruto de uma conspiração golpista, perdeu ontem o apoio da Globo e começa a ficar absolutamente inútil até para os empresários.

Eis o que diz Walter Schalka, presidente do grupo Suzano, um dos maiores conglomerados industriais do Brasil, aos jornalistas Fernando Scheller e Mônica Scaramuzzo:

"É muito preocupante, porque o Brasil vinha num ciclo virtuoso que obrigatoriamente vai ser suspenso por essa situação que nós estamos vivenciando. E aí eu acho que nós deveríamos ter uma situação em que nós conseguíssemos sair dessa crise institucional que nós estamos vivendo hoje mais fortes para o futuro se nós fizermos uma transição de governo imediata e com alguém que tenha credibilidade de continuar as reformas tão necessárias para o Brasil. É impossível o Brasil não fazer as reformas e quanto mais tempo a gente esperar por elas, pior será."

"Temos que agir rápido e num processo que tenha solução institucional que seja dentro da Constituição brasileira e que respeite a possibilidade de continuar o processo tão necessário de reformas para o Brasil. E não falo só das reformas econômicas, mas da política também, que ficou mais forte agora."

"Nós precisamos de gente que tenha legitimidade e credibilidade, é a única alternativa que temos para não interrompermos o início desse ciclo virtuoso que estávamos vivendo. Eu estou saindo do congresso do Itaú, em Nova York, e os investidores estão completamente decepcionados com o que está ocorrendo no Brasil. Eu tive reunião com investidores ontem (na quarta-feira), e o clima era absolutamente positivo. Hoje, o pessoal está vendendo o Brasil, não sabe mais o que vai acontecer. Temos de reverter isso rapidamente. Passamos a sangrar o Brasil de novo, precisamos agora estanca-la."

"Eu acho que o melhor para o Brasil agora é a renúncia. A segunda melhor alternativa para o Brasil agora é a chapa Dilma-Temer ser cassada. A terceira é o impeachment. E a quarta e pior alternativa é a permanência do Michel Temer sem legitimidade e credibilidade."


>Caso JBS mostra que investigar vem ao caso, sim. Por Mario Marona

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Fonte: Tijolaço - O que diferencia a delação da JBS de tudo o que aconteceu até hoje na Lava a Jato é o fato de que, pela primeira vez, ostensivamente, o país toma conhecimento de que a Polícia Federal pode agir como polícia de verdade – investigando sigilosamente, seguindo suspeitos, filmando crimes em flagrante.

Finalmente, vê-se uma PF buscando provas contra os suspeitos, em vez de refestelar-se preguiçosamente diante de delatores que acusariam a mãe para escapar da prisão em que são mantidos como reféns até que resolvam abrir o bico, pouco importando se estarão mentindo ou não.

Finalmente, o Ministério Público acusa sem precisar apoiar-se apenas em delações desesperadas, carentes de qualquer comprovação ou verossimilhança, além de documentos rasurados e sem assinatura, e-mails que nunca foram enviados ou projeções toscas de powerpoint.

Embora seja necessário provar, acima de qualquer dúvida razoável, que os acusados pela JBS cometeram os crimes de que são, ainda, apenas suspeitos, esta nova delação desmoraliza as acusações de ocasião da Odebrecht e da OAS. É possível que alguns dos acusados por essas duas empreiteiras sejam culpados, mas é inegável que, até agora, quase nada foi provado contra a maioria deles.

A nova delação rouba o protagonismo midiático e histriônico de Sérgio Moro, que, diante de uma inédita ação efetiva da polícia e do ministério público, fica identificado apenas pelo que ele mostrou ser até hoje: o juiz obcecado por um único réu. A delação da JBS retira de Moro o direito de usar para todos os investigados que não se chamem Lula o bordão “não vem ao caso”.

Vem ao caso, sim, e vem muito ao caso quando a polícia investiga e se esforça para reunir provas que amparem as acusações: subornos filmados, cédulas marcadas, chipes em malas e mochilas, agentes seguindo suspeitos. Tudo isto para apurar crimes que foram cometidos há menos de dois meses, quando a Lava a Jato fixava-se numa única direção e a pilantragem ainda corria solta longe dos olhos daquela região agrícola do Sul do país.

Que a nova prática encerre e era das acusações verbais cuja comprovação é impossível por falta de investigação e evidências materiais objetivas.

Basta de powerpoint. Basta de documento sem assinatura.Basta de emails secretos nunca enviados. Basta de vazamentos planejados apenas para alimentar obsessões do judiciário e da imprensa.

A imprensa sentiu o golpe, tanto quanto alguns dos acusados. Não passa de metáfora de uma corporação de editorialistas, colunistas e comentaristas de uma opinião só, mas pode-se dizer, em tom de brincadeira, que, diante de uma simples investigação de verdade, os mervais começam a abandonar o navio.

*Mário Marona é jornalista e publicou este texto em seu Facebook






 
 
 





 

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